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‘Jornalista’ que espalhou fake news sobre SC diz ser “perseguida pela extrema-direita”

Após chamar Urubici de nazista por conta de casas com a palavra “HEIL” nos telhados, colunista da Folha de SP tenta virar a vítima de seus próprios atos
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Reprodução

Enquanto a liberdade de imprensa perdura como um valor sagrado na sociedade democrática, ela carrega consigo a responsabilidade implacável de aderir aos princípios do jornalismo ético. Esta semana, a jornalista da Folha de S.Paulo, Giovana Madalosso, lançou um desafio a esses princípios ao manipular a narrativa em torno de uma experiência pessoal e caracterizar-se como vítima de ‘linchamento da extrema direita’.

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Madalosso, que continua atuando como colunista da Folha, apesar de ter propagado informações falsas no passado, assumiu o papel de vítima em seu recente artigo. Entretanto, em vez de oferecer uma análise crítica de seu erro, ela vagueia por uma paisagem de autocomiseração e defesa, sem esclarecer o motivo da reação que classifica como ‘linchamento’.

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“Precisamos de liberdade para viver com plenitude e para enfrentar esses tempos. É preciso admitir que o censor tem suas utilidades. Não fosse ele e sairíamos apertando as primeiras nádegas gostosas que vemos pela frente. Basta um erro, uma calúnia ou mesmo um deslize para que uma pessoa seja massacrada por milhões de outras. Às vezes por um país inteiro. Ou parte do mundo. O resultado disso é óbvio: as pessoas estão com medo. E o medo aumenta o volume do nosso censor”, disse a ‘jornalista’. 

Em maio passado, Madalosso alegou equivocadamente que uma saudação nazista tinha a saudado durante sua visita à cidade catarinense de Urubici. O suposto ‘Heil Hitler’ era, na verdade, o sobrenome ‘Heil’ de uma família local inscrito em seus telhados como identificação para locatários. Uma simples verificação dos fatos poderia ter evitado essa confusão, mas a jornalista preferiu espalhar uma história sensacionalista, colocando a cidade e a família Heil sob um foco injusto e danoso.

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Além da desinformação, Madalosso ainda generalizou e ofendeu os eleitores de Bolsonaro em Santa Catarina, alegando que “69% do eleitorado do estado votou em um fascista”. Uma afirmação preconceituosa que ignora a diversidade de opiniões e nuances políticas presentes em qualquer eleitorado.

O desrespeito de Madalosso não se limitou ao público, mas também se estendeu à sua profissão. A prática jornalística depende da precisão, imparcialidade e verificação de fatos para manter a confiança do público. Ao ignorar esses princípios, Madalosso e a Folha de S.Paulo não apenas prejudicaram a reputação da cidade de Urubici e da família Heil, mas também a integridade da profissão jornalística.

O sensacionalismo e a propagação de desinformação por parte de Madalosso são atos irresponsáveis que alimentam a polarização e a desconfiança. Urubici, seus cidadãos e a família Heil merecem respeito e dignidade, assim como os eleitores de Bolsonaro em Santa Catarina. Em vez de se retratar e assumir a responsabilidade por suas ações, Madalosso escolheu vitimizar-se e proteger seus tuítes, criando um muro entre ela e aqueles que poderiam responsabilizá-la.

Não cabe ao jornalista tornar-se a história. Somos mediadores, facilitadores de informações, buscando a verdade, não importa onde ela esteja. 

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